Lucas Vásquez, antigo companheiro de Cristiano Ronaldo no Real Madrid e atual jogador do Bayer Leverkusen, não poupou elogios ao craque português, a quem atribuiu o título de maior jogador da história do clube espanhol. As declarações foram feitas numa entrevista ao jornal AS, onde o internacional espanhol recordou a sua longa passagem pelo Santiago Bernabéu.
«O que posso dizer do Cristiano? Foi decisivo em toda a sua carreira. É o maior jogador da história do Real Madrid. A sua saída seria sentida em qualquer equipa, porque perdíamos cerca de 60 golos por época. Mas o Real Madrid continua sempre e voltou a vencer. Ficamos eternamente agradecidos ao Cristiano por tudo o que nos deu», afirmou Vásquez.
O jogador espanhol abordou ainda o desempenho de Kylian Mbappé, que tem sido uma das figuras do novo Real Madrid: «Tem uma capacidade física e mental impressionante. Estava há muitos anos em Paris e todas as mudanças são complicadas, mas já mostrou o seu valor. Ele e Vinícius podem marcar uma nova era no clube.»
Vásquez aproveitou também para recordar Zinedine Zidane, o treinador com quem viveu alguns dos momentos mais marcantes no Bernabéu. «Era um ídolo para todo o balneário. Falava de forma direta, tratava todos com respeito e sabia perfeitamente o que pensávamos enquanto jogadores», recordou.
Atualmente no Bayer Leverkusen, o espanhol comentou ainda a influência de Xabi Alonso no clube alemão e a ajuda de compatriotas na adaptação: «O Xabi é uma instituição no Leverkusen, o que fez aqui foi histórico. Tive a sorte de contar com o apoio do Grimaldo e do Aleix García — ajudaram-me imenso, sobretudo no início, nas traduções e na adaptação ao dia a dia», revelou.
Enquadramento de mercado: Apesar de estar numa nova fase da carreira, Lucas Vásquez mantém o prestígio adquirido durante os anos em Madrid. Já Cristiano Ronaldo continua a representar o Al Nassr, mas o seu nome segue ligado à história do Real Madrid e à La Liga, sendo uma referência incontornável tanto no plano desportivo como no comercial. Mbappé e Vinícius são agora vistos como os herdeiros naturais do legado deixado pelo capitão português na capital espanhola.








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