O desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, continua envolto em mistério e ganha novos contornos à medida que avançam as investigações. De acordo com informações apuradas, o ex-namorado da agente imobiliária da Lourinhã terá proferido ameaças de morte durante uma relação descrita como tóxica e marcada por ciúmes excessivos e insultos.
A relação, que terá terminado em 2024, foi retomada recentemente de forma discreta. Pessoas próximas admitem desconhecer muitos pormenores, uma vez que Maria Custódia Amaral, de 54 anos, terá optado por esconder o reatamento, receando reações do círculo familiar e de amigos.
Com o desaparecimento da promotora imobiliária, todos os elementos passaram a ser analisados pelas autoridades. Estão em avaliação alegadas situações de perseguição, consumo de estupefacientes por parte do companheiro, bem como dificuldades financeiras vividas pelo casal.
O ex-namorado já foi ouvido no âmbito da investigação e garante não saber do paradeiro de Maria Custódia Amaral, que terá sido vista pela última vez na passada segunda-feira. Apesar disso, não existe, até ao momento, qualquer rasto que permita localizar a filha da atriz.
A Polícia Judiciária mantém a investigação em curso e confirma que todas as hipóteses permanecem em aberto, enquanto são analisadas as queixas-crime apresentadas e recolhidos novos testemunhos que possam ajudar a esclarecer o que aconteceu.
O caso tem gerado forte comoção pública, não só pela ligação familiar ao meio artístico, mas também pela gravidade das suspeitas agora reveladas, reforçando a urgência de respostas por parte das autoridades.







