A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar o desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da atriz portuguesa Delfina Cruz, depois de uma informação anónima recebida pela GNR indicar a possibilidade de se tratar de um sequestro.
A alegada “dica” foi comunicada pelas autoridades da zona da Lourinhã na noite de quarta-feira, levando à intervenção da PJ e à entrega do inquérito à Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT), estrutura responsável por crimes de especial gravidade.
Maria Custódia Amaral, que exerce atividade como agente imobiliária, terá deixado de comparecer a compromissos profissionais recentes, situação que aumentou a preocupação de familiares e colegas e reforçou a necessidade de uma investigação aprofundada.
Até ao momento, as autoridades mantêm reserva quanto aos detalhes do caso, não confirmando oficialmente a ocorrência de um crime, mas assumindo que todas as hipóteses estão a ser avaliadas.
Contexto: O envolvimento da Unidade Nacional de Contraterrorismo ocorre sempre que existem indícios de crimes como sequestro, extorsão ou ameaças graves à integridade das vítimas, sobretudo quando estão em causa figuras públicas ou familiares diretos.








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