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Ética e Marketing Político: A Gestão de Crise em Calamidades e o Impacto na Reputação de Ativos Públicos

 


O humorista Bruno Nogueira lançou duras críticas à estratégia de comunicação de André Ventura, candidato à Presidência da República, durante as operações de auxílio pós-Tempestade Kristin. No podcast 'Isto Não Se Diz', o comportamento do candidato foi classificado como "repugnante", levantando um debate essencial sobre a Gestão de Reputação e os limites da Responsabilidade Social em momentos de catástrofe. O uso de canais mediáticos para documentar ações de caridade é, frequentemente, visto como um risco para a estabilidade financeira da imagem pública do agente político.

Do ponto de vista da Gestão de Ativos imateriais, a credibilidade é o recurso mais escasso. Nogueira sublinha que o "vampirismo" mediático — filmar-se a entregar bens essenciais — pode ser interpretado como uma falha na blindagem ética necessária a um cargo de alta visibilidade. Em 2026, a percepção pública exige uma segurança financeira moral que não se compadece com o que o humorista chama de "jogo de manipulação da imagem". Para as marcas e figuras públicas, o custo de uma crise de reputação pode superar o valor de qualquer campanha publicitária tradicional.

A crítica estende-se à eficácia do Governo na Gestão de Infraestruturas e na rapidez da resposta às populações afetadas. Enquanto Ventura defende auditorias à Proteção Civil, figuras da sociedade civil apelam a uma Blindagem Jurídica e institucional que evite o uso político da dor alheia. Para o investidor e para o cidadão, a segurança patrimonial depende de instituições sólidas, onde o marketing de guerrilha não substitua a eficácia operacional da Gestão de Ativos públicos e privados.

Fator Crítico: O aproveitamento político em cenários de desastre é um risco de conformidade (compliance) que pode afastar investidores e parceiros estratégicos. A preservação do património simbólico exige discrição e eficácia, e não exposição redundante.

Em suma, o debate em torno das ações na zona de calamidade serve como um aviso sobre a fragilidade da estabilidade financeira da marca pessoal. Em 2026, a transparência e a autenticidade são os únicos mecanismos de segurança financeira reputacional a longo prazo. Investir em assessoria de crise e em consultoria de risco é, hoje, tão vital quanto a contratação de um seguro para ativos físicos.

Nota: As Eleições Presidenciais de 2026 continuam a ser marcadas pelo impacto das recentes tempestades no terreno.

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