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Fonte anónima quebra silêncio

 


Polícia Judiciária avalia hipótese de sequestro no desaparecimento da filha de Delfina Cruz

O desaparecimento de Maria Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, continua a gerar forte preocupação e novos desenvolvimentos. O caso passou a estar sob análise da Polícia Judiciária (PJ), depois de ter sido levantada a possibilidade de um eventual sequestro.

De acordo com informações avançadas pela imprensa nacional, a Guarda Nacional Republicana (GNR) da zona da Lourinhã terá recebido uma comunicação anónima durante a noite de quarta-feira, alerta que levou à articulação imediata com a PJ.

A alegada indicação apontava para a hipótese de Maria Amaral ter sido vítima de sequestro, motivo pelo qual o inquérito ficou a cargo da Unidade Nacional de Contraterrorismo, responsável por este tipo de crimes.

Sabe-se ainda que a agente imobiliária tinha informado o namorado de que, na passada segunda-feira, se deslocaria à imobiliária onde trabalha, nas Caldas da Rainha, para tratar da angariação de um imóvel. No entanto, não compareceu ao compromisso profissional e o seu telemóvel acabou por ficar desligado.

Já na madrugada desta quinta-feira, 22 de janeiro, a sobrinha de Maria Amaral voltou a recorrer às redes sociais para lançar um novo e emotivo apelo, deixando transparecer que a família admite a possibilidade de um crime.

«Tia, se estiveres a ler isto, por favor, volta para casa. Estou à tua espera com amor, sem perguntas, sem julgamentos. E se alguém sabe de algo, uma palavra pode mudar tudo. Ainda é tempo de fazer o que é certo», escreveu.

As autoridades continuam a desenvolver diligências no terreno, enquanto familiares e amigos mantêm a esperança de que novas informações possam conduzir ao esclarecimento do caso e ao regresso em segurança de Maria Amaral.

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