Larissa Ferrari, advogada brasileira de 29 anos, acusou o antigo internacional francês Dimitri Payet de comportamento abusivo durante uma relação extraconjugal que ambos mantiveram. Segundo relatos, a relação teria passado de romântica a “violenta e abusiva”, marcada por controlo, humilhação e manipulação psicológica. 0
Ferrari afirma que, em casa de Payet, foi sujeita a «jogos psicológicos, insultos constantes e actos degradantes», alguns dos quais alegadamente gravados, além de ter sido repetidamente desvalorizada pelo futebolista, que se vangloriava de ter mantido relações com cerca de 300 mulheres. 1
A brasileira alegou que um dos episódios mais graves ocorreu em janeiro de 2025, quando passou cerca de 12 horas sob pressão emocional extrema para satisfazer exigências que lhe foram impostas antes de a situação terminar. Estas acusações incluem ainda a utilização de “castigos” para condicionar o seu comportamento e insinuações de ligações à máfia para a intimidar. 2
Ferrari contou também que ficou grávida durante a relação, mas acabou por sofrer um aborto espontâneo. A queixa foi apresentada às autoridades brasileiras em abril de 2025. 3
Do lado de Payet, o jogador de 38 anos rejeita todas as acusações de abuso, classificando qualquer interpretação de mau comportamento como falsa e alegando que as interacções ocorreram consensualmente. 4







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