O desaparecimento de Maria Custódia Amaral, filha da falecida atriz Delfina Cruz, continua a gerar grande preocupação e a levantar várias questões ainda sem resposta. Novos pormenores foram revelados esta quinta-feira, 22 de janeiro, no programa Casa Feliz, da SIC.
Em direto da Lourinhã, local de residência da agente imobiliária, o jornalista Luís Maia explicou que o caso apresenta “muitas pontas soltas”, sublinhando que a família mantém a esperança de que Maria possa regressar a casa em segurança e sem julgamentos.
Segundo informações partilhadas pelas autoridades, todas as hipóteses permanecem em aberto. Está a ser considerada tanto a possibilidade de um desaparecimento voluntário como a eventual intervenção de terceiros, não sendo excluído, nesta fase, um cenário de crime.
Um dos dados mais relevantes prende-se com a localização do telemóvel. De acordo com as triangulações feitas, o aparelho estará numa área aproximada de um quilómetro quadrado, numa zona urbana, no centro da cidade das Caldas da Rainha, onde está sediada a empresa para a qual Maria trabalha. No entanto, nem o telefone, nem o automóvel que conduzia foram encontrados até ao momento.
A participação do desaparecimento foi feita no dia seguinte, após o almoço, pelo namorado de Maria Custódia Amaral e por um colega de trabalho, junto da GNR. As autoridades já realizaram diligências na sua residência e noutras casas associadas à atividade profissional da desaparecida, sem resultados conclusivos.
O caso continua sob investigação e a expectativa mantém-se elevada, não só pela ligação familiar ao meio artístico português, mas também pelo impacto público e mediático que envolve um desaparecimento ainda sem qualquer pista concreta.







Sem comentários:
Enviar um comentário