Rui Borges fez questão de sublinhar, depois da vitória sobre o PSG: «Acho que não me vão perguntar mais porque não ganho a equipas grandes». Pelo que tem feito em Alvalade, merece esse momento de altivez.
Chegou ao Sporting num período conturbado, após a saída de Ruben Amorim e uma aposta falhada em João Pereira. Com expectativas baixas, venceu o bicampeonato e a Taça de Portugal, estabilizou a equipa e devolveu a confiança aos adeptos, mesmo após perder jogadores-chave.
O treinador continuou a adaptar a equipa às suas ideias e a procurar soluções, mostrando que há muitos caminhos para atingir o sucesso, tal como dizia Diogo Simeone sobre o futebol. A vitória sobre o todo-poderoso PSG não foi por acaso: teve alguma sorte, mas também mérito e preparação.
Rui Borges mencionou após o jogo: «É ruído», referindo-se às críticas sobre não conseguir vencer equipas grandes, e assumiu que Mourinho é a sua maior referência como treinador.
Esta vitória simbólica pode marcar o fim das dúvidas sobre a capacidade de Rui Borges em ganhar confrontos com equipas de topo, consolidando a sua “emancipação” no futebol europeu.
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