Gestão de Risco Climático & Proteção Familiar | 05 de Fevereiro de 2026
Perante o agravamento recorrente das condições meteorológicas em Portugal, a preparação deixou de ser uma questão de prevenção básica para se tornar um verdadeiro pilar de gestão de risco familiar. O Ministério da Administração Interna e a GNR reforçam a recomendação para que todas as famílias disponham de um kit de emergência de 72 horas, capaz de assegurar autonomia em situações de falha de serviços essenciais.
Do ponto de vista da segurança patrimonial, este tipo de preparação reduz significativamente perdas financeiras associadas a interrupções de energia, abastecimento de água, comunicações e acesso a cuidados de saúde. Para seguradoras, bancos e gestores de risco, famílias preparadas representam menor exposição a sinistros e menor pressão sobre sistemas de apoio público.
O que deve conter um kit de emergência de 72 horas
Segundo as autoridades, o kit deve garantir a subsistência básica de cada agregado durante pelo menos três dias, incluindo:
- Água potável e alimentos não perecíveis suficientes para 72 horas;
- Kit de primeiros socorros com medicamentos essenciais;
- Meios de iluminação e comunicação, como lanterna, rádio a pilhas, pilhas extra e power bank;
- Artigos de proteção térmica, incluindo roupa adequada, mantas e calçado resistente;
- Cópias de documentos importantes guardadas em bolsa impermeável;
- Produtos de higiene e saneamento, como artigos pessoais e sacos do lixo;
- Itens complementares: apito, canivete multifunções, dinheiro físico e mapa da zona.
Recomendações críticas de segurança em situações de mau tempo
A GNR sublinha ainda a importância do cumprimento rigoroso das orientações da Proteção Civil, recomendando:
- Evitar zonas com árvores instáveis, estruturas danificadas ou cabos elétricos caídos;
- Não realizar trabalhos em altura sem condições de segurança;
- Garantir ventilação adequada no uso de lareiras e equipamentos de aquecimento;
- Utilizar geradores apenas no exterior das habitações, afastados de portas e janelas;
- Reforçar a vigilância de casas temporariamente desocupadas.
Para o mercado imobiliário premium, nomeadamente imóveis de elevado valor listados em plataformas como o idealista, estas práticas são determinantes na preservação do património, evitando danos estruturais e perdas associadas a fenómenos extremos.
Nota: Em 2026, a preparação para eventos climáticos extremos deixou de ser opcional — tornou-se um ativo estratégico de proteção financeira, familiar e patrimonial.








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