Filipa Torrinha Nunes é atualmente uma das figuras mais reconhecidas do painel de comentadores do programa Passadeira Vermelha, mas o percurso não foi isento de obstáculos. Em declarações exclusivas ao Fama Show, a psicóloga e comentadora fez um balanço sincero do seu trajeto e abordou as críticas que marcaram os primeiros tempos no formato da SIC.
A propósito das comemorações dos 12 anos da SIC Caras, Filipa revelou sentir-se grata pelo caminho percorrido. “Têm sido anos incríveis, de muitas aventuras. Cresci muito no Passadeira Vermelha, tal como os meus colegas. É um privilégio fazer parte desta equipa”, afirmou.
Apesar do reconhecimento, admite manter um olhar crítico sobre o seu próprio trabalho. “Vejo sempre espaço para melhorar, mas também reconheço a qualidade e a entrega máxima que coloco em tudo o que faço”, sublinhou.
As críticas, sobretudo nas redes sociais, fizeram parte do processo. Ainda assim, Filipa garante que sempre lidou bem com esse lado mais negativo. “Tenho a consciência tranquila. Sei que faço o meu trabalho com verdade e respeito, de acordo com os meus valores. Muitas vezes, aquilo que as pessoas dizem fala mais sobre elas do que sobre mim”, explicou.
A comentadora recordou que o início foi particularmente exigente, com muitas observações direcionadas à sua imagem. “Comecei num lugar difícil. A minha imagem foi muito criticada por ser considerada diferente ou excêntrica. Com o tempo, o foco passou para o conteúdo, e hoje sinto um enorme carinho do público”, confessou, mostrando-se grata pelo apoio recebido.
Filipa Torrinha Nunes revelou ainda que 2025 foi um ano positivo e deixou no ar a existência de novos projetos. “Tenho muitos sonhos e ideias que quero concretizar. No momento certo, vou partilhar”, concluiu.









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