Mansão de 35 Milhões de Cristiano Ronaldo Pode Ter Comprador Ligado ao Benfica — Luxo, Investimento e Bastidores do Poder
A possível venda da mansão de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez, situada na exclusiva Quinta da Marinha, em Cascais, está a tornar-se muito mais do que uma simples transação imobiliária. O negócio envolve valores milionários, decisões estratégicas de património e agora até nomes ligados ao topo do futebol português.
Avaliada em cerca de 35 milhões de euros, a propriedade de luxo representa um dos ativos imobiliários mais caros alguma vez associados a uma figura pública em Portugal. Segundo informações que circulam nos meios mediáticos e nos bastidores do setor imobiliário premium, alguém associado ao Sport Lisboa e Benfica terá manifestado disponibilidade financeira para avançar com a compra.
Embora não exista qualquer confirmação oficial, a imprensa suspeita que o interessado possa ser Rui Costa, presidente do Benfica, figura conhecida pela sua postura discreta, estabilidade financeira e gosto por investimentos de elevado padrão. O simples facto de o seu nome surgir associado ao processo elevou imediatamente o interesse mediático e o valor simbólico do negócio.
Importa sublinhar que, até ao momento, não há confirmação pública de negociações diretas. Ainda assim, o rumor está a ser interpretado por analistas como um reflexo do tipo de compradores que este imóvel atrai: decisores de topo, investidores de grande capacidade financeira e perfis que privilegiam exclusividade, segurança e valorização patrimonial a longo prazo.
O terreno foi adquirido por Cristiano Ronaldo em 2020 e conta com cerca de 12 mil metros quadrados, inseridos num dos condomínios mais luxuosos do país. Apesar de concluída, a mansão acabou por não oferecer o nível de privacidade desejado pela família, devido à proximidade de campos de golfe e centros equestres, que permitem vistas diretas para a propriedade.
Ao longo dos últimos anos, o jogador terá tentado adquirir terrenos adjacentes para reforçar o isolamento da casa, mas as recusas dos proprietários vizinhos terão levado a uma decisão estratégica: transformar o imóvel num ativo de venda altamente rentável.
Do ponto de vista financeiro, a operação é vista como exemplar. O imóvel posiciona-se no segmento de luxo absoluto, um mercado que continua a crescer em Portugal e que atrai investidores nacionais e internacionais interessados em proteção de capital, prestígio e retorno seguro.
Enquanto o negócio não é oficialmente fechado, a associação de um nome ligado ao Benfica — com suspeitas apontadas a Rui Costa — acrescenta uma nova camada de interesse a uma história onde se cruzam futebol de elite, poder económico e decisões de património de alto nível.
Seja quem for o comprador final, uma coisa é certa: esta não é apenas uma casa — é um símbolo de estatuto, influência e investimento milionário.








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