Apesar do maior controlo do Sporting sobre o jogo, eram os números do Rio Ave que se destacavam ao minuto 19, num início marcado pelo domínio territorial leonino, mas com maior objetividade da equipa vilacondense.
O Sporting assumia a iniciativa, controlava o ritmo e instalava-se no meio-campo adversário, mas sem conseguir traduzir essa superioridade em ocasiões claras de golo. Do outro lado, o Rio Ave aproveitava melhor os momentos com bola.
À passagem do minuto 19, o Rio Ave contabilizava três remates, contra apenas um do Sporting, sendo também a única equipa com tentativas enquadradas com a baliza (1-0 em remates à baliza). A posse de bola refletia o equilíbrio do jogo, com 53% para os vilacondenses e 47% para os leões.
O encontro decorria de forma limpa, com apenas uma falta para cada lado, sem cartões exibidos, sem foras de jogo e com apenas um canto registado até então.
As estatísticas sublinhavam o contraste entre domínio sem profundidade do Sporting e a maior eficácia ofensiva do Rio Ave nos primeiros minutos.
Enquadramento de mercado
Este tipo de contexto é frequentemente analisado por observadores no mercado. No lado do Sporting, a capacidade de controlar o jogo mantém elevada a valorização dos seus principais ativos, enquanto no Rio Ave a eficácia em poucos momentos ofensivos reforça o interesse em jogadores capazes de decidir mesmo com menos bola.








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