O Paris Saint-Germain está atento ao mercado e tem Ousmane Diomande bem referenciado como uma das prioridades para reforçar o setor defensivo. O central do Sporting, orientado por Rui Borges, surge como alvo preferencial da estrutura liderada por Luis Enrique.
De acordo com informações avançadas pelo jornalista francês Loïc Jégo, o campeão europeu estará disposto a apresentar uma proposta a rondar os 45 milhões de euros pelo defesa leonino, numa altura em que o jogador tem vindo a consolidar estatuto e projeção no panorama europeu.
Diomande é visto internamente como um dos centrais mais promissores da sua geração, combinação que alia capacidade física, agressividade defensiva e qualidade na saída de bola — características valorizadas pelo modelo de jogo do PSG.
Ainda assim, a tarefa do clube parisiense não se afigura simples. O internacional costa-marfinense tem uma cláusula de rescisão fixada nos 80 milhões de euros, valor bastante acima da fasquia que o PSG equaciona atingir neste mercado de transferências.
Recorde-se que, antes de rumar à Taça das Nações Africanas, Diomande chegou a acordo para a renovação contratual com o Sporting. O novo vínculo, que deverá ser tornado oficial em janeiro de 2026, contempla uma valorização salarial significativa, após um processo negocial que conheceu alguns momentos de indefinição.
Na presente temporada, o defesa de 22 anos soma 12 jogos oficiais pelos leões: seis na Liga Portugal Betclic, quatro na Liga dos Campeões, um na Taça de Portugal e um na Supertaça, totalizando 947 minutos de utilização.
Enquadramento de mercado: Avaliado em cerca de 45 milhões de euros, Ousmane Diomande é um dos ativos mais valiosos do plantel do Sporting e um dos centrais mais cobiçados da Liga Portugal. O interesse do PSG reforça a perceção de que o defesa poderá protagonizar uma das grandes vendas do clube nas próximas janelas, ainda que a SAD leonina só admita negociar por valores muito próximos da cláusula. A renovação recente surge também como estratégia de proteção patrimonial e de reforço do poder negocial dos verdes e brancos.








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