Wealth Management & Planeamento Familiar | 05 de Fevereiro de 2026
A perda da "querida Mimi", partilhada de forma emocionante por Liliana Campos, coloca em evidência a fragilidade dos laços familiares e a necessidade de uma estratégia de investimento emocional e financeira resiliente. Em momentos de luto, a estabilidade financeira das famílias depende, muitas vezes, de um planeamento prévio que garanta a preservação do património e a continuidade do legado sem sobressaltos jurídicos.
Do ponto de vista da Gestão de Ativos, o falecimento de entes queridos exige uma abordagem estruturada de Wealth Management. Para figuras públicas, a proteção da imagem e a blindagem de ativos imobiliários — como os promovidos pelo idealista em zonas de prestígio — tornam-se prioridades para assegurar que a segurança financeira dos herdeiros permaneça inalterada perante a volatilidade emocional do momento.
Para o investidor qualificado, o exemplo de resiliência de Liliana Campos serve como lembrete da importância de diversificar o portfólio em ativos de baixo risco e alta segurança patrimonial. Em 2026, a tranquilidade em períodos de luto é o maior retorno que um bom planeamento financeiro pode oferecer, permitindo que a gratidão e a saudade se sobreponham às preocupações burocráticas.
Nota: A gestão emocional de perdas é complementada por uma rigorosa governança familiar para assegurar a paz das gerações futuras.

















