Portugal voltou a acompanhar de perto o caso chocante de Nuno da Silva, ex-participante de um conhecido reality show, acusado de tentar matar o próprio filho de cinco anos. Segundo investigação do Ministério Público, o alegado crime ocorreu na Quinta do Conde, concelho de Sesimbra, em outubro de 2024, quando o arguido terá obrigado a criança a ingerir combustível e medicamentos.
A investigação revelou que Nuno da Silva terá planeado o ato com pelo menos uma semana de antecedência, evidenciando a gravidade e premeditação do crime. Para além da tentativa de homicídio, o arguido enfrenta acusações de violência doméstica contra os dois filhos.
O julgamento, inicialmente marcado para 16 de janeiro de 2026, foi adiado para o dia 9 de fevereiro. A primeira sessão já teve lugar, com Nuno da Silva em prisão preventiva, prestando declarações e com a audição de algumas testemunhas.
Este caso reacende o debate público sobre proteção de menores, violência doméstica e responsabilidades legais em situações de risco extremo. A atenção mediática permanece elevada, refletindo o impacto social e o interesse contínuo pela resolução do processo judicial.
Repercussão e impacto mediático
O caso de Nuno da Silva ganhou ampla cobertura nos media portugueses, sendo acompanhado de perto pela sociedade e pelos órgãos de comunicação social. A gravidade das acusações e a notoriedade do arguido mantêm o público atento a cada novo desenvolvimento, enquanto o processo segue em tribunal.
O adiamento do julgamento não diminui o interesse mediático, com análises sobre o enquadramento legal, o papel do Ministério Público e a proteção das crianças em situações de risco extremo, mantendo o caso como um dos mais comentados no panorama nacional de 2026.








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