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Confusão nas eleições presidenciais gera onda de indignação entre eleitores

 


As eleições presidenciais que decorrem este domingo, 18 de janeiro, em Portugal, ficaram marcadas por um episódio considerado insólito por muitos eleitores, gerando confusão e uma forte reação nas redes sociais.

Os portugueses são chamados às urnas para escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República desde março de 2016. A corrida a Belém já entrou para a história da democracia portuguesa pelo número recorde de candidaturas apresentadas, num total inicial de 11 candidatos oficialmente admitidos.

No entanto, nos boletins de voto distribuídos nas mesas eleitorais constam 14 nomes, e não apenas os 11 candidatos elegíveis. A situação deve-se ao facto de os boletins terem sido impressos antes de o Tribunal Constitucional ter rejeitado três candidaturas, por incumprimento dos requisitos legais.

As candidaturas de Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa acabaram por não ser validadas, mas, segundo esclareceu a Comissão Nacional de Eleições (CNE), já não foi possível proceder à reimpressão dos boletins dentro dos prazos legais.

A situação provocou uma onda de críticas e indignação por parte dos eleitores, sobretudo nas redes sociais, onde se multiplicam comentários que apontam falhas no processo e alertam para o risco de confusão no momento do voto.

A CNE apela à serenidade e recorda que apenas os votos atribuídos aos 11 candidatos oficialmente admitidos serão considerados válidos, recomendando atenção redobrada no preenchimento do boletim de voto.

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