Era uma festa. Uma noite de celebração do título do FC Porto, com família, alegria e a energia contagiante de quem festeja junto. Enzo Marques estava em São João da Madeira com os seus quando um condutor subiu o passeio e atropelou dez adeptos — entre eles, o seu filho. A criança ficou ferida. O pai ficou em choque. E as palavras que encontrou para descrever o que sentiu naquele momento dizem tudo: "Podiam ter matado o meu menino".
O incidente ocorreu durante as celebrações da vitória portista, quando um jovem condutor subiu o passeio numa zona frequentada por adeptos que festejavam na rua. Dez pessoas foram atropeladas. O número de feridos e a sua gravidade foram sendo confirmados pelas autoridades ao longo da tarde. Entretanto, foi noticiado que o jovem condutor terá alegadamente estado a ser alvo de ameaças de morte nas redes sociais — informação avançada por uma amiga da família, que apelou à calma. As autoridades investigam as circunstâncias exatas do atropelamento e as responsabilidades envolvidas.
Uma festa de futebol transformada em pesadelo. Dez famílias que foram para a rua celebrar e voltaram para casa com feridos, trauma e incerteza. Para além da dor física e emocional, estas situações deixam uma trilha de questões financeiras e jurídicas que as famílias raramente antecipam: quem paga as despesas médicas? O seguro do condutor cobre pedestres? Existe direito a indemnização? E como aceder a ela sem um advogado?
💰 NGOMA FINANCEIRA: Foi à Festa e Voltou Ferido — Quem Paga a Conta Quando o Outro Não Deveria Estar Ali
Dez pessoas estavam no passeio. Um carro subiu. E de repente, uma celebração tornou-se uma emergência. No Ngoma Financeira, esta história levanta uma questão financeira e jurídica que a maioria das vítimas de atropelamento desconhece: em Portugal, quando um peão é atropelado, tem direito a indemnização pelo seguro obrigatório do veículo — mesmo que o condutor não tenha seguro válido. O Fundo de Garantia Automóvel existe precisamente para cobrir estas situações. Mas aceder a ele sem orientação jurídica adequada é um processo lento, burocrático e frequentemente desfavorável para as vítimas que navegam sozinhas.
1. Seguro Automóvel e Responsabilidade Civil: O Que Cobre Quando o Carro Sobe o Passeio
Em Portugal, o seguro automóvel obrigatório — responsabilidade civil — cobre os danos causados a terceiros, incluindo pedestres atropelados. As vítimas têm direito a indemnização por despesas médicas, incapacidade temporária, danos morais e, em caso de morte, capital para a família. Seguradoras como a Fidelidade e a Ageas processam estes pedidos — mas ter um advogado ou uma apólice de proteção jurídica ativa acelera significativamente o processo e garante que o valor recebido é justo e não subavaliado pela seguradora do culpado.
2. Seguro de Acidentes Pessoais: A Proteção que Não Depende do Culpado
Enquanto o processo de indemnização decorre — o que pode levar meses ou anos — as despesas médicas continuam a surgir. Um seguro de acidentes pessoais próprio, contratado no Millennium BCP ou no Santander, paga imediatamente — sem depender da seguradora do culpado nem de decisões judiciais. Esta é a diferença entre receber apoio em dias e esperar anos. Para famílias com crianças, o Ngoma Financeira recomenda incluir sempre cobertura de acidentes pessoais para menores nas apólices familiares — porque crianças são as vítimas mais vulneráveis em qualquer incidente em espaço público.
3. Estratégia Ngoma: Celebrar em Segurança — E Estar Protegido Quando a Celebração Corre Mal
No Ngoma Financeira, não pedimos às famílias que deixem de ir às festas — pedimos que estejam protegidas quando vão. Um seguro de proteção jurídica ativo na Fidelidade, um fundo de emergência no Novo Banco e apólices de acidentes pessoais atualizadas no Banco BPI são as três ferramentas que garantem que, quando o imprevisível acontece numa rua de festa, a família não enfrenta o caos sozinha. Porque "podiam ter matado o meu menino" não deve ser apenas um desabafo — deve ser o momento em que cada pai e cada mãe percebe que a proteção começa antes de sair de casa.
Fonte: Correio da Manhã / CMTV
