Moto-quatro despista-se na Falperra e embate em dois carros — dois homens projetados para fora do veículo ficam em estado grave em Braga




Uma tarde de sábado que correu mal na zona da Falperra, em Braga. Dois homens que desciam de moto-quatro por uma encosta perderam o controlo do veículo, despistaram-se e foram projetados para fora, embatendo em dois carros estacionados na EN309 — a estrada que liga a Falperra ao Santuário do Sameiro. O acidente ocorreu na tarde deste sábado e deixou três pessoas feridas.

Os dois tripulantes da moto-quatro ficaram em estado grave após serem projetados pelo impacto. Dentro de um dos veículos ligeiros embatidos seguia uma mulher que ficou com ferimentos ligeiros. Todas as vítimas foram transportadas para o Hospital de Braga. A EN309 esteve cortada em ambos os sentidos para permitir a limpeza da via e a intervenção das equipas de emergência, estando já totalmente operacional às 18h00.

Acidentes com veículos de recreio — motos-quatro, trotinetas, scooters — estão em crescimento em Portugal, mas a maioria dos utilizadores desconhece as suas obrigações legais e financeiras. Uma moto-quatro sem seguro adequado, usada em vias públicas, pode gerar responsabilidades civis de dezenas de milhares de euros — para além das consequências criminais para quem a conduz. O lazer não tem preço. As suas consequências financeiras, sim.

💰 NGOMA FINANCEIRA: Diversão Sem Seguro É Uma Fatura Que Pode Durar Anos

Dois homens desciam uma encosta de moto-quatro — e em segundos as suas vidas mudaram completamente. No Ngoma Financeira, este acidente ilustra um problema financeiro que poucos antecipam: a responsabilidade civil de quem causa um acidente não termina na ambulância — começa ali. Danos nos dois veículos embatidos, hospitalização das vítimas, processo judicial, indemnizações por danos morais e materiais — tudo isto recai sobre quem causou o acidente, com ou sem seguro. A diferença é que quem tem seguro adequado não paga do próprio bolso. Quem não tem, pode perder tudo o que construiu.

1. Seguro de Responsabilidade Civil: Obrigatório na Lei, Ignorado na Prática

Em Portugal, qualquer veículo motorizado utilizado em via pública — incluindo motos-quatro — é obrigado por lei a ter seguro de responsabilidade civil automóvel. Seguradoras como a Fidelidade e a Ageas oferecem apólices específicas para este tipo de veículos, com coberturas que incluem danos a terceiros, danos materiais e assistência em viagem. Circular sem seguro numa via pública é uma contraordenação grave — e em caso de acidente, a exposição financeira pode ser devastadora e irreversível.

2. Seguro de Acidentes Pessoais para Desportos de Risco: Proteger Quem Pratica

Para além da responsabilidade civil, quem pratica atividades de risco — moto-quatro, motocross, BTT, escalada — deve complementar a sua proteção com um seguro de acidentes pessoais que cubra hospitalização prolongada, cirurgias, fisioterapia e eventual incapacidade permanente. O Ngoma Financeira recomenda verificar as condições junto do Millennium BCP ou do Santander, onde existem produtos específicos para desportistas e praticantes de atividades de lazer ativo — porque ser projetado de uma moto-quatro em estado grave pode significar meses de recuperação sem rendimento.

3. Estratégia Ngoma: O Risco Que Se Aceita Deve Ser o Risco Que Se Pode Pagar

No Ngoma Financeira, acreditamos numa regra simples: nunca pratique uma atividade de risco cujas consequências financeiras não consiga suportar. Manter um fundo de emergência no Novo Banco, ter o imóvel familiar protegido e avaliado no Idealista e garantir que todos os veículos da família têm seguro ativo no Banco BPI são decisões que separam quem vive o fim de semana com liberdade de quem o vive com imprudência. Porque a adrenalina dura segundos — mas a fatura de um acidente sem seguro pode durar décadas.

Fonte: Correio da Manhã

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