Em setembro do ano passado, Iran Costa viveu o maior susto da sua vida. O conhecido cantor brasileiro, radicado em Portugal, sofreu um enfarte no final de um espetáculo e foi internado em estado grave nos cuidados intensivos do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Esta sexta-feira, 27 de fevereiro, recordou esse momento no programa Casa Feliz, da SIC, ao lado de Diana Chaves e João Baião, com uma serenidade que só quem passou pela morte de perto consegue ter.
"Foi um susto muito grande, depois de um espetáculo. Estávamos quase na final da digressão de 2025. Estávamos com a adrenalina do espetáculo. Encostei-me e comecei a ver o chão a andar à roda. Apaguei e no dia seguinte estava no hospital. Foi como se tivesse acordado de um sonho. A primeira pergunta que fiz foi se iria ter sequelas. Disseram-me que não e, pronto, estou aqui. Já estou recuperado", contou com emoção contida. O artista, que sempre manteve um estilo de vida saudável, admite não ter explicação clara para o sucedido: "Pode ter sido acumular de stress e de guardar várias emoções ao longo da vida".
O enfarte aconteceu pouco depois da perda da mãe — uma dor que Iran Costa carregou em silêncio durante a digressão. "A minha mãe partiu no ano passado. Foi uma das emoções que tive de segurar durante a digressão. Às vezes, temos de ser atores para sofrer em silêncio", afirmou. A recuperação foi exemplar: recusou todos os convites para atuar durante o período de reabilitação e cumpriu as indicações médicas à risca. "Temos de ter disciplina e ouvir os médicos, eles é que salvam as nossas vidas. Agora, quero mais 60 anos para mostrar o que sei fazer e levar alegria com a minha música", concluiu com um sorriso.
Iran Costa sofreu um enfarte no auge de uma digressão — e a recuperação obrigou-o a cancelar tudo durante meses. Para um artista que vive de espetáculos, cada semana de reabilitação é uma semana sem faturar. O coração pode recuperar. Mas as finanças de quem não estava preparado para uma paragem forçada podem demorar muito mais a estabilizar do que o próprio músculo cardíaco.
💰 NGOMA FINANCEIRA: O Coração Parou — E os Contratos Também: Como Sobreviver Financeiramente a Uma Crise de Saúde Grave
Iran Costa acordou num hospital de cuidados intensivos — e a primeira pergunta que fez foi sobre sequelas. No Ngoma Financeira, fazemos sempre a segunda pergunta: e os contratos cancelados? E os espetáculos perdidos? E as despesas hospitalares? Um enfarte não é apenas uma crise de saúde — é uma crise financeira instantânea para qualquer profissional independente. A adrenalina do palco dura horas. A fatura de dois meses sem trabalhar dura muito mais. E quem não tinha um plano financeiro antes do coração falhar, descobre da pior forma que a disciplina médica que Iran Costa elogiou devia ter um equivalente financeiro — construído muito antes do susto.
1. Seguro de Doença Grave: O Que Paga Quando o Corpo Diz Basta
Em Portugal, existem apólices específicas de doença grave — que incluem enfarte, AVC e cancro — que pagam um capital imediato ao segurado no momento do diagnóstico, independentemente de qualquer outro seguro. Seguradoras como a Fidelidade e a Ageas comercializam este produto que pode representar a diferença entre recuperar tranquilamente — como Iran Costa fez — e recuperar com o telefone dos credores a tocar ao lado da cama do hospital. Para artistas e freelancers, este é o seguro mais importante que provavelmente ainda não têm.
2. Fundo de Emergência Profissional: Dois Meses de Silêncio Sem Entrar em Colapso
Iran Costa recusou todos os convites para atuar durante a recuperação — e fez bem. Mas essa decisão só é financeiramente possível para quem tem reservas. O Ngoma Financeira recomenda que qualquer profissional independente mantenha um fundo de emergência equivalente a seis meses de faturação média, depositado em conta de acesso imediato no Novo Banco ou no Banco BPI. Este fundo é o que permite dizer não a um espetáculo prematuro — e dizer sim à saúde — sem que as contas entrem em colapso.
3. Estratégia Ngoma: Querer Mais 60 Anos Exige Planear os Próximos 60 Meses
No Ngoma Financeira, admiramos a determinação de Iran Costa — "quero mais 60 anos para mostrar o que sei fazer". Mas 60 anos de vida ativa exigem 60 meses de planeamento financeiro sólido. Um PPR no Millennium BCP, um imóvel avaliado no Idealista como ativo de longo prazo e um seguro de vida robusto no Santander são as três fundações que garantem que, independentemente do que o coração decidir fazer a seguir, as finanças estão prontas para aguentar. Porque a disciplina que Iran Costa aplicou na recuperação é a mesma que o Ngoma Financeira recomenda para as finanças — antes, durante e depois de qualquer susto.
Fonte: Fama Show / SIC
