David Motta fez botox aos 16 anos com a bênção da mãe — e revela o ataque de cão na infância que esteve na origem de tudo



O programa Passadeira Vermelha, da SIC Caras, raramente falta a revelações surpreendentes — e esta segunda-feira, 4 de maio, não foi exceção. O comentador David Motta acabou por fazer uma confissão inesperada depois de Carolina Ortigão levantar o tema do botox, a propósito de um vídeo de Liliana Filipa sobre o Carnaval no Rio. O que começou como um comentário sobre a influencer acabou por levar David Motta a revelar um episódio da sua infância que poucos conheciam.

"A primeira vez que pus [botox] foi com 16 anos", afirmou David Motta, deixando o estúdio em silêncio. E continuou: "E [pus] um filler que nunca mais saiu, aqui no nariz. Fiz com o Sílvio Saraiva, o cirurgião plástico, na altura conhecido porque foi ele que fez as maminhas à Jéssica [Athayde] e ela era namorada do filho. Não estou a fazer nenhuma inconfidência porque isto é público". Carolina Ortigão não escondeu a surpresa: "Mas é muito cedo", disse.

A explicação de David Motta veio logo a seguir — e trouxe consigo uma história de infância marcante. "A minha mãe ia lá, eu era muito vaidoso e a minha mãe fazia-me as vontades. Também em defesa da minha mãe, eu fui atacado por um cão quando era pequenino e levei pontos aqui na sobrancelha e na cabeça. Então a desculpa ou o argumento foi que era para corrigir", esclareceu. O comentador revelou ainda ter feito uma rinoplastia posteriormente, esperando que o cirurgião removesse o filler — mas a decisão médica foi a de não mexer.

A história de David Motta — botox aos 16, filler, rinoplastia — levanta uma questão que vai além da estética: o custo da medicina estética em Portugal está a crescer vertiginosamente, e cada vez mais jovens e famílias fazem estes procedimentos sem perceber exatamente o que custam a longo prazo — financeira e fisicamente. Saber distinguir o que é investimento em saúde do que é despesa de vaidade é, também, uma forma de literacia financeira.

💰 NGOMA FINANCEIRA: Botox, Fillers e Rinoplastias — Quando a Vaidade Se Torna Uma Decisão Financeira Séria

David Motta fez botox aos 16 anos. Depois um filler. Depois uma rinoplastia. E hoje tem um filler que "nunca mais saiu" — porque o cirurgião decidiu não mexer. No Ngoma Financeira, esta história é um espelho de algo que acontece a milhares de portugueses todos os anos: a medicina estética é o único setor onde as pessoas gastam milhares de euros em procedimentos que não compreendem totalmente, sem orçamento definido, sem comparar preços e sem calcular os custos de manutenção ou de reversão. Um filler pode custar 300€ — mas a sua manutenção anual, as correções e os eventuais problemas podem transformar esse valor numa despesa recorrente de milhares de euros ao longo de uma vida.

1. Medicina Estética: Orçamentar Antes de Agulhar

Antes de qualquer procedimento estético — botox, filler, rinoplastia ou qualquer outra intervenção — o Ngoma Financeira recomenda três perguntas financeiras obrigatórias: qual é o custo total incluindo consultas e follow-up? Qual é a periodicidade de manutenção e o custo anual acumulado? E qual é o custo de reversão ou correção se o resultado não for o esperado? Clínicas conceituadas disponibilizam orçamentos detalhados — e comparar pelo menos três propostas pode poupar centenas de euros. Seguradoras como a Fidelidade e a Ageas oferecem seguros de saúde que cobrem algumas cirurgias reparadoras — vale a pena verificar o que está incluído na sua apólice antes de pagar do bolso.

2. Crédito para Estética: A Armadilha Mais Cara da Vaidade

Em Portugal, muitas clínicas de medicina estética oferecem financiamento próprio ou parceria com entidades de crédito — frequentemente com taxas de juro elevadas disfarçadas de "prestações acessíveis". O Ngoma Financeira alerta: nunca financie procedimentos estéticos com crédito de custo elevado. Se não tem o valor disponível em poupanças no Novo Banco ou no Banco BPI, considere adiar o procedimento até ter o montante necessário — ou opte por uma solução de crédito pessoal com taxa transparente no Millennium BCP, comparando sempre o custo total efetivo.

3. Estratégia Ngoma: Investir na Aparência Pode Ser Legítimo — Mas Tem de Caber no Orçamento

No Ngoma Financeira, não julgamos quem investe na sua aparência — julgamos quem o faz sem planeamento. Criar uma linha de orçamento mensal dedicada a saúde e bem-estar — que inclua ginásio, dermato, estética e procedimentos médicos — é uma prática financeira saudável que impede que estas despesas se tornem invisíveis e descontroladas. Avaliar o seu imóvel no Idealista, garantir que o seu PPR no Santander está ativo e que o seguro de saúde cobre o essencial na Ageas são as fundações que permitem gastar no supérfluo sem comprometer o necessário. Porque cuidar da aparência é legítimo — desde que não seja à custa do futuro.

Fonte: Fama Show / SIC Caras

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