O Sporting venceu o Estoril por 3-0 em Alvalade e respondeu à vitória do líder, mantendo-se firme na luta pelo topo da Liga. No final da partida, Rui Borges analisou o triunfo leonino, justificou a ausência de Pedro Gonçalves e lançou desde já o clássico frente ao FC Porto, agendado para 3 de março.
“Duas partes distintas, mas vitória justa”
O técnico verde e branco destacou a forte entrada da equipa na primeira parte, sublinhando a qualidade na construção e a eficácia na finalização. “Conseguimos o golo cedo, isso deixou o Estoril mais desconfortável. A equipa esteve ligada, intensa e muito focada”, referiu.
Na segunda metade, o Sporting perdeu algum controlo. “Falhámos demasiados passes de ligação e deixámos o Estoril ter mais bola. Ainda assim, controlámos e fechámos com o 3-0. A equipa merecia”, explicou Rui Borges.
Pote poupado: decisão médica e estratégica
Uma das grandes questões da noite foi a ausência de Pedro Gonçalves. Rui Borges foi claro: “Não estava a 100%. Dentro da nossa perspetiva e do atleta, foi melhor não utilizar. Não houve necessidade”.
Apesar disso, o treinador admitiu que agora o foco vira-se totalmente para o clássico com o FC Porto. “Agora sim, olhamos para o próximo jogo e vemos quem está na máxima força. Queremos entrar competitivos e fortes”.
Bodo/Glimt é aviso sério
Questionado sobre o sorteio da Liga dos Campeões frente ao Bodo/Glimt, Rui Borges deixou um alerta: “Desengane-se quem pensar que foi um bom sorteio. É uma equipa muito forte coletivamente e tem eliminado grandes clubes europeus”.
O Sporting entra agora numa fase decisiva da época, com jogos intensos tanto no campeonato como na Europa. A vitória sobre o Estoril reforça a confiança, mas o verdadeiro teste está à porta.
