Heranças na Suíça: O Guia Essencial para Emigrantes Recuperarem Bens Esquecidos

 

Todos os anos, milhões de euros permanecem bloqueados em contas bancárias, seguros e ativos financeiros na Suíça por ausência de planeamento sucessório. Quando um emigrante falece sem estruturas claras de transmissão patrimonial, os bens ficam congelados até que os herdeiros consigam provar direitos legais junto das instituições financeiras e autoridades competentes.

Para muitas famílias portuguesas e lusófonas, o choque surge anos depois, quando descobrem a existência de património esquecido. O processo de recuperação é rigoroso: exige certidões de óbito, provas de parentesco, traduções oficiais e o cumprimento de prazos legais definidos pela legislação suíça. Sem apoio especializado, estes valores podem ficar inacessíveis durante longos períodos.

Seguros de Vida: Liquidez Imediata para Proteger os Herdeiros

Para evitar bloqueios financeiros, muitas famílias optam por contratar seguros de vida na Suíça, uma solução eficaz para garantir liquidez imediata em caso de falecimento. Ao contrário de contas bancárias tradicionais, estes instrumentos permitem o pagamento direto aos beneficiários, fora dos processos sucessórios mais demorados.

Esta estratégia assegura que os herdeiros dispõem de capital para despesas urgentes, impostos ou honorários legais, enquanto a herança principal é tratada. Para emigrantes com património em Francos Suíços, o seguro de vida funciona como uma verdadeira rede de segurança patrimonial.

Num país conhecido pelo rigor financeiro, ignorar o planeamento sucessório pode custar caro. Emigrantes que organizam antecipadamente a sua herança protegem não só o património acumulado ao longo de décadas, como também evitam conflitos familiares e perdas desnecessárias. Na Suíça, quem planeia herda; quem não planeia perde.

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