A recepção do Presidente Daniel Chapo na Casa Branca pelo vice-presidente norte-americano, J. D. Vance, marcou um ponto de viragem: Moçambique foi tratado como parceiro estratégico, e não como país carenciado.
Na agenda estiveram investimento, gás natural e cooperação em segurança — uma conversa madura, com pragmatismo e ambição.
Moçambique habituou-se, durante décadas, a conversas com os Estados Unidos centradas em ajuda, doações e programas sociais.
Eram diálogos necessários num país em reconstrução, mas raramente equilibrados.
A visita de Daniel Chapo altera esse registo. O Presidente chegou a Washington com uma mensagem clara: o país tem ativos, visão e um lugar próprio na economia global.
O encontro com J. D. Vance, na Casa Branca, refletiu precisamente essa mudança.








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