O treinador do Benfica, José Mourinho, analisou este domingo o pedido de camisola feito por Sidny Cabral a Vinícius Júnior no final do jogo entre Real Madrid e Benfica, numa partida marcada por polémica durante a semana.
Na antevisão à deslocação a Barcelos para defrontar o Gil Vicente, referente à 24.ª jornada da Liga, o técnico encarnado deixou claro que não vê gravidade na situação, embora admita que poderia ter sido evitada.
👕 Pedido de camisola: normal, mas evitável
Questionado sobre o gesto de Sidny, Mourinho foi direto:
“A questão da camisola não acho que seja criticável, será evitável. É uma prática normal e corrente os jogadores trocarem camisolas, em jogos grandes que marcam, ainda é mais natural com jogadores com os quais se identificam, admiram ou foram companheiros. Era evitável em função do que aconteceu durante a semana.”
O técnico reforçou que a troca de camisolas é um hábito comum no futebol moderno, especialmente em jogos de grande dimensão europeia.
🎧 Fora do banco, mas ligado ao jogo
Mourinho comentou ainda o facto de não ter estado no banco durante o encontro:
“Eu ter ficado fora do banco foi algo que me entristeceu, mas o trabalho foi feito. Ter ficado no autocarro é a minha prática comum, tinha 4 monitores e no fim do jogo só senti falta do contacto e da emoção, da adrenalina. Se calhar no futuro, as modernices empurrarão o treinador principal para aquela posição de controlo.”
O treinador encarnado mostrou-se adaptado às novas tecnologias, mas reconheceu que nada substitui a emoção vivida junto da equipa no relvado.
📌 Foco agora em Barcelos
Superada a polémica europeia, o Benfica vira agora atenções para o campeonato, onde pretende continuar firme na luta pelo título.
