26 de fevereiro de 2026 às 17h13 | Política Nacional
O líder do Chega, André Ventura, criticou a posição assumida pelos estudantes da Associação Académica de Coimbra (AAC), após a decisão de excluir o partido do quotidiano da academia coimbrã.
A deliberação foi tomada em Assembleia Magna da AAC, onde 270 estudantes votaram favoravelmente o posicionamento sugerido pela atual Direção-Geral da associação, liderada por José Machado. Registaram-se ainda 30 abstenções e três votos contra.
Reação nas redes sociais
Através das suas redes sociais, André Ventura reagiu à decisão, afirmando que “a esquerda, quando não gosta, expulsa e exclui”. O dirigente partidário considerou que a medida representa uma limitação ao pluralismo político dentro da academia.
A votação decorreu num contexto de debate interno sobre o papel das estruturas estudantis na promoção de valores democráticos e na relação com partidos políticos. A decisão da Assembleia Magna vincula os órgãos associativos quanto ao posicionamento institucional.
Contexto académico
A Associação Académica de Coimbra, uma das mais antigas e emblemáticas estruturas estudantis do país, tem historicamente assumido posições públicas sobre temas políticos e sociais, refletindo a diversidade de opiniões existente na comunidade universitária.
O episódio reacende o debate sobre liberdade de expressão, autonomia das associações académicas e limites da intervenção partidária no meio estudantil.
