Alerta Vermelho: Rajadas de 100km/h e o Impacto na Segurança Patrimonial e nos Seguros de Habitação em Portugal

 


04 de Fevereiro de 2026 | Gestão de Risco NGOMA

Portugal prepara-se para um aumento severo da intensidade do vento nas próximas horas, com rajadas que podem ultrapassar os 90km/h em grande parte do território e atingir picos de 100km/h durante a madrugada. Este cenário meteorológico extremo não é apenas um desafio logístico, mas um risco direto para a estabilidade financeira de proprietários e empresas. O vento forte, aliado a 48 horas de precipitação persistente e risco de cheias severas, exige uma revisão imediata das apólices de Seguro Multirriscos Habitação para garantir a cobertura contra fenómenos da natureza.

Na ótica da Gestão de Ativos, a prevenção é o investimento com maior retorno. Rajadas desta magnitude podem causar danos estruturais em telhados, queda de árvores sobre viaturas e infiltrações graves. Para o investidor imobiliário, a blindagem de capital passa pela manutenção preventiva de sistemas de drenagem e pela verificação de fixações em fachadas. Em 2026, as seguradoras em Portugal estão a utilizar dados meteorológicos de precisão para ajustar prémios de risco, tornando a proteção preventiva um fator determinante para manter o Net Worth familiar protegido contra catástrofes naturais.

Além dos danos físicos, o risco de cheias severas no Centro e Sul do país coloca em causa a continuidade de negócios e a segurança de bens móveis. A utilização de Seguros de Perdas de Exploração é uma estratégia inteligente para empresas que possam ver as suas operações interrompidas pelas inundações. Manter a segurança financeira nestes períodos críticos depende da rapidez na participação do sinistro e na existência de provas documentais (fotos e vídeos) dos ativos antes da tempestade, facilitando a peritagem e a indemnização célere pelas seguradoras.

Consultoria de Risco: Durante a madrugada, o pico de vento de 100km/h aumenta a probabilidade de danos elétricos. Recomenda-se a instalação de protetores de sobretensão e o reforço de coberturas de "Danos Estéticos" nos seguros, garantindo que a preservação do património inclua a reposição total da harmonia visual do imóvel após eventuais reparações.

Em resumo, o agravamento do estado do tempo em Portugal deve ser encarado com rigor técnico e financeiro. A segurança patrimonial não é opcional quando os elementos naturais atingem níveis críticos. Ao aliar a vigilância meteorológica a uma carteira de seguros robusta e a medidas de engenharia preventiva, o proprietário garante que, mesmo perante ventos de 100km/h, a sua estrutura financeira permanece sólida e resiliente. Proteja o seu investimento hoje para garantir a tranquilidade do amanhã.

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