O caso passou a ser acompanhado pela Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT) da PJ, após a Guarda Nacional Republicana (GNR) ter recebido uma denúncia anónima que apontava para a possibilidade de Maria ter sido raptada. Devido à natureza potencialmente violenta do crime, o inquérito foi transferido para a Polícia Judiciária.
O desaparecimento foi inicialmente reportado pelo namorado da vítima, depois de esta não ter comparecido a um compromisso profissional nas Caldas da Rainha. Maria Custódia Amaral foi vista pela última vez no domingo, na localidade de Paço, próxima da sua residência.
Desde segunda-feira, o telemóvel da agente imobiliária permanece desligado e não há qualquer atividade nas redes sociais. A GNR recolheu depoimentos de familiares e amigos e tentou localizar o telemóvel, concluindo que não existem indícios de saída voluntária.
A família apela à colaboração de qualquer cidadão que possa fornecer informações, sublinhando que mesmo o mais pequeno detalhe poderá ser determinante para o avanço da investigação.
