Finalmente Gyokeres triunfa no arsenal

 

Arteta analisa momento de Gyokeres: «Precisa de começar a finalizar as oportunidades»

Na antevisão ao encontro com o Wolverhampton, para a 16.ª jornada da Premier League, Mikel Arteta abordou a situação de Viktor Gyokeres no Arsenal. O treinador espanhol mostrou plena confiança no antigo avançado do Sporting, destacando que o sueco atravessava um bom período antes da lesão que o afastou dos relvados durante algumas semanas.

Arteta considera que o rendimento de Gyokeres depende de uma combinação entre as características individuais do jogador e o próprio modelo de jogo dos “gunners”. «Tudo tem de encaixar. Cabe-nos colocá-lo nas melhores condições para atingir o seu potencial, mas também há aspetos da nossa forma de jogar que ele precisa de preencher. É uma fusão», explicou.

Sobre o processo de adaptação do avançado à realidade inglesa, o treinador destacou que o início foi exigente, em parte por não ter feito pré-época. Ainda assim, garante que os golos vão aparecer: «Antes da lesão estava num bom momento. Agora está a ganhar continuidade e os golos vão surgir. Vamos ficar muito satisfeitos com ele.»

Arteta reconhece ainda que o sueco precisa de marcar para desbloquear a confiança: «Ele está habituado a isso. No final, também vamos avaliá-lo por aí, é natural. Fisicamente está muito bem, mas precisa de começar a converter as ocasiões que tem.»

O Arsenal conta agora com mais uma opção para o ataque, graças ao regresso de Gabriel Jesus após uma longa recuperação. O técnico afastou a possibilidade de venda do brasileiro em janeiro, reforçando a sua importância para a equipa.

Arteta não confirmou se William Saliba, Jurrien Timber, Declan Rice ou Leandro Trossard estarão disponíveis para o encontro com o Wolverhampton, mantendo a dúvida até ao último momento.

O espanhol elogiou ainda Martín Zubimendi, destacando a sua rápida adaptação ao campeonato inglês, e manifestou grande apreço pelo jovem Ethan Nwaneri, revelando que o médio pediu para participar num jogo amigável à porta fechada. «A atitude dele é excecional. Quer treinar, quer estar sempre com a bola. É de topo», afirmou.

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